Pseudo-Arte

 
             

   
 
 

Terça-feira, Julho 25, 2006

 
Ano de 2006. Segundo semestre.

Passada a euforia da Copa do Mundo de Futebol, o povo volta a se sentir frustrado, não apenas com o resultado do torneio, mas também por outras realidades. É difícil se reerguer ao encarar as dificuldades e obstáculos que o mundo coloca no nosso caminho. A perseverança pode ser considerada uma virtude, mas também burrice. Mas se ela não exisitir, o ser humano caminhará cada vez mais ao fundo do poço. Mais ainda do que já está caminhando. No fracasso ou no sucesso, as pessoas, temendo a solidão, buscam a aglomeração em grupos. Este sentimento pode se tornar uma espécie patriotismo, onde todos passam a se identificar com a nação em que vivem... como brasileiros. Brasil: Ame-o ou deixe-o. Afinal, é preciso muito amor e perseverança para continuar sendo brasileiro e não desistindo nunca.

E neste momento muito particular de nossa história, é preciso que cada brasileiro erga sua cabeça, demonstre todo o seu valor moral, sua vontade e seu senso de coletividade e se dirija às urnas para tomar a decisão mais importante dos últimos tempos.


O destino do país está em nossas mãos e apenas um deve ser esolhido:


Cauê, Luca ou Kuara.
PAULO MUZIO - 8:40 PM

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Sábado, Julho 22, 2006

 


Contraponto para reflexão...

PAULO MUZIO - 8:46 PM

Comentários:

Terça-feira, Julho 18, 2006

 
É sempre bom dar uma pequena refletida, ainda que superficial, descuidada e despreparada, sobre os fatos contemporâneos... Então deixa eu abrir meu arquivo jurídico que aí vai...


Caso Richthofen: Sobre a morte de Manfred Von Richthofen e sua esposa Marísia.

Acusados: A filha Suzane, seu ex-namorado e o irmão de seu ex-namorado, os irmãos Cravinhos.

No primeiro dia do julgamento do caso Richthofen, 17/07/06, Suzane acusa o ex-namorado de ser o mentor do crime e ele, Daniel Cravinhos também faz a mesma acusação contra ela. Diz ele que o pai era violento e já havia abusado da filha quando pequena.

No segundo dia de julgamento, 18/07/06, Andreas, o irmão de Suzane, dá seu depoimento. Segundo ele, as afirmações de Daniel Cravinhos de que o pai era violento e abusava da filha são falsas. Também diz que não perdoôu Suzane e que ela ainda tá de olho na herança. Ainda afirma que a irmã não se abalou com a morte dos pais.

Sempre achei que o garoto estava envolvido. O achei frio na época em que os pais morreram, assim como ele disse ter notado a irmã. Simples. A irmã leva a culpa, o garoto a perdôa e libera a herança pra ela. Tudo como se ele não fizesse parte do plano. Por um momento, diante do depoimento de Andreas, cheguei a abandonar um pouco as minhas fantasias e teorias paranóicas, mas de repente ele solta uma frase dizendo: "Meu pai era um homem muito mais digno que muita gente aqui." Então tá, né? Que amor de filho. Que bela memória do pai. Bom... eu e minhas fantasias.

No depoimento também se falou muito sobre o uso de maconha, quem introduziu quem no mundo da maconha. Como se a maconha tivesse influenciado nas mentes doentias assassinas. Se fosse assim eu teria mais medo de univesitários do que do PCC... Mas isso é outra história e deve ser contada em outra ocasião.
PAULO MUZIO - 8:43 PM

Comentários:

Quinta-feira, Julho 06, 2006

 
Hum... quanto tempo não te vejo por aqui...

Desculpe-me por não ter criado coragem antes de vir lhe falar, mas o fato, é que não há o que falar. Eu sinto muito se as mudanças não se desencadeiam. Não neste sentido. Sinto e não sinto. Não tenho nada mesmo pra falar.
 

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